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segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Good Moments

Honestamente eu não tenho uma explicação para o meu sumiço, exceto preguiça.

O fato é que a pesar de ter um ou outro dia corrido, eu tive boas folgas de agosto pra cá, então "falta de tempo" não é uma desculpa.

Falta de idéias também não, porque eu pensei em zilhões de temas pra escrever, e todos me pareceram bem legais, só que eu não parei pra desenvolver nenhum.

Então se houver alguém que acompanha regularmente o que eu escrevo nesse cantinho, me desculpe a falta de consideração.

Eu nunca tinha deixado o blog sem nenhuma postagem por tanto tempo, e estou bem chateada comigo mesma por ter deixado isso acontecer.

Retomando o assunto do último post: eu visitei a Feira do Livro apenas uma vez, e rapidamente.

Fiz uma viagem curta com a minha família por alguns dias durante o período do evento, então não pude me programar pra participar da programação cultural como gostaria, e nem pude passar uma tarde lá explorando prateleiras. Então não acho que posso falar das minhas impressões sobre a Feira com tão pouco. No entanto a viagem foi boa pra fugir da rotina, relaxar, e ler bastante!

Falando em leitura, olhem só o que chegou aqui em casa essa semana:


Não, não foi o Tio Rick. Foi o livro. A imagem eu peguei no blog dele, porque a pessoinha aqui que vos fala não bateu uma foto com o livro.

The Son Of Neptune é a continuação de The Lost Hero (O Herói Perdido, publicado pela Intrínseca aqui no Brasil).

O caso é que depois de ler O Herói Perdido eu não aguentei de curiosidade e comprei dia 25 de agosto em pré-venda The Son Of Neptune no Book Depository por US$14,98 com frete grátis. O livro só foi lançado no dia 04 de outubro, então achei que chegou até bem rápido, especialmente levando em conta o fim recente da greve dos Correios.

O livro tem capa dura azul lisa, letras douradas na lombada, e aquela capa de papel em volta. É a coisa mais linda! E bem maior que eu esperava. No entanto as letras são grandes e as linhas afastadas, o que deixa a leitura mais confortável.

O primeiro capítulo eu já havia lido na internet, pois foi divulgado antes do lançamento. Comecei pelo segundo capítulo, mas ainda não saí dele.

Como o livro é em inglês, a leitura segue em passo de tartaruga.
Eu e meu irmão estamos lendo juntos (somos fãs do Tio Rick desde o início de 2010, quando conhecemos Percy Jackson), então basicamente a gente senta, eu vou lendo o que eu consigo e traduzindo pra ele, e pedindo pra ele procurar no dicionário ou em um tradutor online as palavras que nós não conhecemos. E haja paciência!

Mas tem sido uma boa experiência, mesmo que só tenhamos lido algumas páginas até agora.

Vou tentar não demorar muito a vir aqui de novo.
Ainda tenho muitas coisas que gostaria de compartilhar e idéias de posts martelando na minha cabeça.

Abraços,
Giovanna.

sábado, 27 de agosto de 2011

XV Feira Pan-Amazônica do Livro

Olá, pessoal!!

Vocês nem imaginam como eu fiquei feliz com o sucesso do meu último post. Cada comentário me deixou com os olhos brilhando, então muito obrigada por lerem, comentarem e compartilharem com os amigos.

Agora, quem acompanha o Tudo Por Um Chocolate desde o começo sabe que eu adoro a Feira do Livro, e foi um dos primeiros temas que eu tratei depois do nascimento do blog.

Este ano, a Feira vai rolar de 2 a 11 de setembro!! Já começa na sexta que vem!


O país homenageado nesta edição é a Itália! Nhammmm... Eu sou fã de comida italiana. E tenho um nome italiano também, mas confesso que da literatura do país não sei muita coisa.

Tradicionalmente também, há um escritor paraense homenageado. Desta vez trata-se de uma poetisa: Dulcinéa Lobato Paraense. O legal, é que ela é viva (tem 93 anos) e estará presente na cerimônia de abertura.

Entre os autores convidados estão Zuenir Ventura, que esteve presente na edição passada, e Laurentino Gomes, historiador e autor dos best-sellers 1808 e 1822.

Quem quiser saber mais, confira o site da Feira. A programação ainda não está disponível lá, mas pode ser vista nesse outro site, onde após um cadastro é possível se inscrever antecipadamente nas oficinas, seminários e palestras do evento.

Assim que visitar a Feira, eu devo voltar aqui para falar das minhas impressões.

Vejo vocês lá!

PS.: Eu apenas fiquei me perguntando porque essa marca. É uma figura interessante, mas não entendi o sentido da cobra. A marca do ano passado ilustrava bem os países africanos de língua portuguesa, mas não entendi a relação dessa imagem com o país homenageado deste ano. Bem que poderia ser a dica de uma homenagem surpresa à Harry Potter, não? =P

domingo, 19 de setembro de 2010

Encontro Literário: Luis Fernando Veríssimo e Zuenir Ventura

Quando cheguei ao Espaço Machado de Assis do HANGAR dia 03, por volta das 18h45, o lugar estava bem longe de ficar lotado. Ainda faltavam 45 minutos para o Encontro Literário começar, então decidi ir à Praça de Alimentação fazer um lanchinho. Quando voltei, às 19h20, já havia bem mais gente, e acabei me sentando em um lugarzinho perdido, ali pelo meio do auditório de 750 lugares.
Pessoas continuaram a chegar durante todo o evento, e o lugar acabou com gente sentada no chão, de pé perto da parede, e até na porta sem conseguir entrar.
A jornalista Adelaide Oliveira apresentou os convidados e conduziu o bate-papo de forma bastante agradável. A primeira frase de Zuenir quando Adelaide perguntou sobre a amizade com Veríssimo, foi "Entre nós já rolou tudo, menos sexo" e Veríssimo emendou "É, ainda", ao que se seguiram muita gargalhadas.
Notei que "Ainda" foi algo que Veríssimo disse várias vezes. Quando perguntado se já tinha ido a uma rave - Zuenir narrara antes sua engraçadíssima experiência de ir a uma rave em companhia da neta adolescente, registrada no livro "1968 - O Que Fizemos de Nós" - e sempre que perguntavam sobre algo que ele ainda não tinha feito. A resposta não era "Não", era "Ainda não".
Os dois escritores falaram do livro lançado recentemente pela editora Agir: "Conversa sobre o Tempo", uma conversa entre eles, sobre os mais variados temas, mediada por Arthur Dapieve e segundo eles "regada a muita comida".
Também falaram de internet, e Veríssimo provocou muitas risadas ao contar que muitas crônicas que circulam na internet assinadas com seu nome, não foram escritas por ele, mas que ele aceita os parabéns por elas sem se estressar nem um pouco. Ele elogia os textos e diz que gostaria de saber quem os escreveu, e por que não assinou com o próprio nome.

Zuenir conta que seu filho descobriu um Twitter que seria supostamente dele e brinca "Eu nem sei o que é Twitter!". Nenhum dos dois tem Twitter.
Os 90 minutos de evento passaram voando. Saí de lá com vontade de que durasse mais. Uma enorme fila se fez do lado de fora do auditório, para quem quisesse pegar autógrafos.
Consegui pegar um autógrafo de Luis Fernando Veríssimo em meu exemplar de "O Mundo é Bárbaro", mas minha câmera digital me deixou na mão (como sempre) e não quis ligar, então perdi a chance de ter uma foto com Veríssimo e Zuenir. Se fosse um pouquinho mais cara de pau, teria pedido a alguém que batesse a foto pra mim e mandasse por e-mail, mas enfim. Também fiquei triste de estar sem dinheiro pra comprar "Conversa sobre o Tempo" que estava sendo vendido ao lado do auditório, para ter também um autógrafo de Zuenir. Não o conhecia antes, mas ele me conquistou, e não vejo a hora de conseguir um livro dele pra ler.

Bem, é isso, pessoas! Demorei, mas consegui tirar um tempinho pra vir aqui falar do Encontro Literário. Gostaria de ter escrito antes, quando ainda tinha tudo fresquinho na memória, mas tive os últimos dias bem cheios. Sabia que queria escrever sobre o evento no blog, só que não tive a brilhante idéia de levar um bloquinho pra anotar o que não queria esquecer. Quem quiser, pode assistir um trecho do bate-papo no Youtube (clicando aqui). O áudio está meio ruim, mas dá pra sentir um gostinho. Em breve apareço de novo.

Beijinhos,
Gio ;)

domingo, 29 de agosto de 2010

XIV Feira Pan-Amazônica do Livro

Foto: Bruno Carachesti

Antes de mais nada, gostaria de lembrar que dia 22 o blog completou 1 ano =)

É, embora o primeiro post de verdade, com um assunto legal e preparado com muito carinho só tenha saído no dia 30 de outubro de 2009, o blog nasceu no dia 22 de agosto. Fiquem à vontade pra xeretar o arquivo na coluna aí ao lado.
Confesso que eu mesma só fui lembrar da data depois que ela passou, e gostaria de ter feito alguma coisinha especial, mas não deu.

Agora vamos ao que interessa. Nesta sexta-feira dia 27/08 começou a XIV Feira Pan-Amazônica do Livro. O evento acontece no Hangar - Centro de Convenções e Feiras da Amazônia, vai até o dia 05/09 e o horário de visitação é de 10h às 22h. Quem acompanha o blog desde o início, sabe que a Feira do Livro anual aqui de Belém do Pará - e vale lembrar: é a terceira maior feira literária do Brasil - foi um dos primeiros assuntos do qual eu falei. Foi minha primeira inspiração.

Geralmente a feira homenageia um país. Este ano, a homenagem é voltada aos países africanos que falam português. Angola, Moçambique, Cabo Verde, Guiné-Bissau e São Tomé e Príncipe. O patrono é o escritor paraense Bruno de Menezes (1893 - 1963).

O que me chamou atenção mesmo, é que dia 03 de setembro meu escritor preferido, Luis Fernando Veríssimo, vai marcar presença no Encontro Literário, no Espaço Machado de Assis às 19h30. A pesar da correria que minha vida está, vou dar meu jeito de aparecer por lá.

Gostaria também de convidar meus leitores daqui de Belém para a palestra "Informação e Cidadania", que vai rolar amanhã no Auditório Inglês de Souza das 10h às 11h. Sou a maior fã do cara que vai ministrar a palestra: Hamilton Vieira de Oliveira. É meu pai =P
A programação completa da XIV Feira Pan-Amazônica do Livro você confere clicando aqui.

Mais informações no site http://www.feiradolivro.pa.gov.br/, através dos telefones (91)3344-0100, (91)3344-0106, através do email feiradolivro2010@gmail.com ou do Twitter @feiralivroPA.

domingo, 6 de dezembro de 2009

Como foi a Feira do Livro (Parte 2/2)

Demorei, mas voltei! Aqui vai a narrativa da minha segunda visita à Feira do Livro.


No sábado seguinte, dia 14, estava prevista uma sessão de autógrafos do Mauricio de Sousa.
Eu cresci lendo as revistinhas da Turma da Mônica, tinha assinatura e tudo o mais, hoje leio a Turma da Mônica Jovem, então estava bem empolgada.
Imaginem a decepção da minha criança interior quando chego lá e descubro que seria necessário ter uma senha pra pegar um autógrafo? E que as senhas acabaram? E o mais triste: eu não tinha mais idade pra pegar senha na próxima distribuição.

Fiquei lá só assistindo de longe, na esperança de que de repente os fãs mais velhos fossem valorizados. Infelizmente, eu e a tia de 40 e poucos anos que pegou um ônibus de Mosqueiro e comprou uma camiseta da Mônica só pra ver o Mauricio, fomos completamente ignoradas. E eu me senti uma idosa...

Mais tarde, na segunda distribuição de senhas, meu primo de 11 anos conseguiu uma. Ele tem uma enorme coleção de gibis, e pelo menos um terço deles, pertenceram a mim.

Entrei na área restrita como responsável pelo meu primo, mas não fez muita diferença, já que o "responsável pela criança" ficava à uns dois metros de distância sendo encarado por um segurança feio, enquanto a criança subia no palco e posava pra foto.

Saí de lá meio desapontada, muito cansada, mas decidida a voltar no dia seguinte. Acabei desistindo.

Em meia hora, perdida no mar de livros e lendo uma sinopse atrás da outra, já tinha esquecido de tudo. Mesmo em uma confusão de pessoas que vão à Feira simplesmente por ir (e para atrapalhar quem realmente quer ver ou comprar livros), um livro me chamou atenção: O Jogo do Anjo.

Estranho como só havia um exemplar, perdido entre as pilhas de livros iguais, e ainda assim ele veio parar nas minhas mãos. Li a sinopse duas vezes, e era como se ele me pedisse para comprá-lo. O estranho é que dificilmente compro livros sem ter nenhuma referência, sem uma indicação. Em geral, compro porque alguém me indicou, porque vi numa revista, porque conheço o autor...

Encarei uma fila gigante pra trazer o livro intrigante pra casa. Aproveitei e trouxe também Os Contos de Beedle, o Bardo, que os fãs de Harry Potter devem conhecer. Mesmo já tendo lido, o queria em minha coleção.

Gastei R$60 nos dois livros, um absurdo (se clicar nos títulos acima, verá os preços no Submarino). Mas quer saber? Nada se compara à satisfação de ir à Feira, se apaixonar por um livro e voltar pra casa com ele nas mãos.

Depois conto o que achei da história, que ainda não tive tempo de ler por causa da correria da escola no fim do ano. Livros longos gosto de pegar com calma, sem limites de tempo, sem hora pra parar...

Semana que vem estou de volta!
Tenho duas idéias de post e ainda não decidi qual vai ser...
Beijinhos,
Giovanna.

sábado, 21 de novembro de 2009

Como foi a Feira do Livro (Parte 1/2)

Quase uma semana depois do fim da Feira, venho aqui contar como foram meus passeios por lá.
Pra não ficar um texto muito longo, resolvi dividir em duas partes.


Fui no primeiro sábado, dia 07 para assistir uma palestra sobre Machado de Assis. Como três contos dele estão entre as leituras obrigatórias deste ano, achei que seria uma boa idéia.
Cheguei às 10h, planejando dar uma volta por lá antes de ir para a palestra, que começava às 11h30.
De cara deu pra notar que o evento estava bem mais organizado que nos anos anteriores. Separar um espaço só para as crianças foi sem dúvida uma grande idéia. Como ainda era o primeiro fim de semana da Feira e era de manhã, estava bem tranqüilo por lá.

A palestra foi muito boa, mas não foi muito útil pra mim, já nenhum dos três contos foram mencionados e a maior parte da palestra foi sobre O Alienista. Na verdade, essa foi a única obra dele que foi comentada. Não sou muito fã de clássicos, então saí de lá meio desapontada. Tudo bem, como meu pai costuma dizer "Conhecimento nunca é demais e nunca é à toa". E ele tem razão.

Antes de voltar pra casa, peguei alguns folhetos de preços. Queria comparar com os das principais lojas online. O que pude comprovar foi que os livros são bem mais baratos pela internet, uma suspeita que já tinha. Mesmo quando mandei calcular o frete, saiu mais barato. Uma diferença bem pequena, é claro, mas quando você vai comprar mais de um livro, o frete não é dobrado, aumenta apenas um pouco, então vale a pena.

Volto em breve pra contar como foi minha segunda visita à Feira.

Beijinhos,
Giovanna.

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

XIII Feira Pan-Amazônica do Livro

Amanhã, começa a XIII Feira Pan-Amazônica do Livro! Como já deu pra perceber, eu amo livros tanto quanto amo chocolate...
Só vim aqui pra trazer o blog e o site da Feira. O blog também está listado nessa coluna de blogs que eu acompanho, aqui do lado direito.
O evento segue até o dia 15 deste mês, todos os dias das 10h às 22h. A programação você confere nesse link. Há muito mais informações no site, então vale a pena visitar a página.
Estou louca pra ver o Parque da Mônica e pegar um autógrafo com Maurício de Sousa! É, minha criança interior continua viva...

Já ia esquecendo... O país homenageado desse ano é a França! França definitivamente é uma das minhas paixões... Parece que vai ter uma réplica do Arco do Triunfo na entrada do Hangar, e uma réplica da Torre Eiffel, não sei exatamente onde.

Depois passo aqui e conto como foi. Espero trazer fotos também!

Beijinhos,
Giovanna.

P.S.: Vou deixar o post sobre músicas francesas para a próxima semana, já que esse sábado vou visitar a Feira do Livro e provavelmente trarei um post sobre o evento. Não deixe de dar uma passada na Feira e aqui no blog! ;)