Pesquisar

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Guia da Trilha Ecológica


Este sábado, fui fazer uma trilha no Parque Ambiental de Belém.
Fui com a galera da escola, e o nosso professor de Biologia, André Luiz Cunha.
Quem me conhece, sabe que esse não é bem meu tipo de programa, mas decidi encarar a maluquice e viver uma experiência nova.
Então, com base na experiência que eu trouxe de lá, e nos meus erros e acertos (e os erros e acertos de meus amigos também), decidi escrever um pequeno guia para trilhas curtas.

As escolhas começam antes mesmo de sairmos de casa. O que vestir? O que calçar? O que levar?
Essas escolhas acabam definindo o quanto a trilha pode ser divertida, ou uma grande dor de cabeça.

Pra começar, procure saber o que haverá lá. Trechos com água, lama, subidas e descidas...

Se tiver que entrar na água, escolha tecidos leves, que secam rápido ou que não absorvem muita água (para mais informações, clique aqui). Procure também proteger objetos que não podem molhar em um saco ou pote plástico bem vedado.

Leve o mínimo de coisas possível. Água, celular, e uma barra de cereais são suficientes. A bolsa, mochila ou sacola deve ser leve, pequena e deixar suas mãos livres. Com certeza vai molhar e/ou sujar, então tenha isso em mente.

O calçado ideal vai depender do circuito. Tênis pode ser a melhor opção para caminhar e escalar. Além de firmeza, protege os pés de formigas, mosquitos e outros insetos. Porém, se precisar entrar na água ou lama, o tênis pode ser um transtorno caso molhe. Neste caso, calçados fechados de plástico ou borracha podem ser uma opção melhor. Andar descalço quando você não pode ver onde pisa pode ser perigoso. Evite chinelos/rasteiras. Eles não são bons para a caminhada e escorregam. É importante que o calçado seja confortável e fique firme nos pés.

Passe bastante protetor solar antes de sair de casa, beba água e faça uma boa refeição.
Vá ao banheiro antes de começar. Você não vai querer usar o matinho =P
Quem tem cabelo comprido, pode optar por um rabo de cavalo, trança ou coque. É mais prático.
Mantenha os olhos onde pisa, mas não esqueça de olhar para frente também. Pode bater o rosto em galhos ou teias de aranha.

Bem, acho que é isso. Tenho que confessar que não me imagino fazendo uma trilha de novo, mas valeu a pena. Mesmo que agora meu celular esteja com defeito, mesmo que eu esteja toda dolorida. É, valeu a pena.

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Dicas - 22/09/2010

Só dando uma passadinha rápida pra deixar algumas dicas.

Aos vestibulandos de plantão:
Hoje e amanhã está ocorrendo no Hangar - Centro de Convenções e Feiras da Amazônia, a III Feira Feira de Orientação Vocacional. O evento acontece de 8h às 20h e a entrada é gratuita.
É uma ótima oportunidade para quem precisa fazer a inscrição do vestibular e ainda está em dúvida quanto a que curso escolher, para quem quer conhecer as propostas das diversas instituições de ensino superior, ou saber mais sobre o curso e a universidade que já escolheu.
Informações: (91) 3201-5165


Aos amantes da sétima arte:
O filme francês "Amores Parisienses" está em cartaz no Oi Cine Estação, nos seguintes dias e horários:
- 22 (quarta-feira), às 18h e 20h30
- 23 (quinta-feira), às 18h e 20h30
- 26 (domingo), às 10h
Ingressos a R$ 7,00 com meia-entrada para estudantes.
Para saber mais, clique aqui.

Outro filme francês está em cartaz no Cine Olympia, com entrada franca. Todos os dias até domingo, em sessões às 18h.
La Tête de Maman, conta a história de Lulu, que "vive com sua depressiva, meio hipocondríaca e auto-centrada mãe. Um dia ela encontra uma fotografia antiga que traz sua mãe aos 20 anos de idade, nos braços de um homem estranho, feliz e radiante como ela jamais a viu. Lulu decide encontrá-lo e trazê-lo de volta, na esperança que sua mãe recupere o gosto pela vida."

E amanhã, para quem tem TV a cabo, o Telecine Light exibe às 11h35 o filme Obrigado por Fumar. Assisti o filme nas férias de julho, e vale realmente a pena.


Alors, c'est tout!

Beijinhos,
Giovanna.

domingo, 19 de setembro de 2010

Encontro Literário: Luis Fernando Veríssimo e Zuenir Ventura

Quando cheguei ao Espaço Machado de Assis do HANGAR dia 03, por volta das 18h45, o lugar estava bem longe de ficar lotado. Ainda faltavam 45 minutos para o Encontro Literário começar, então decidi ir à Praça de Alimentação fazer um lanchinho. Quando voltei, às 19h20, já havia bem mais gente, e acabei me sentando em um lugarzinho perdido, ali pelo meio do auditório de 750 lugares.
Pessoas continuaram a chegar durante todo o evento, e o lugar acabou com gente sentada no chão, de pé perto da parede, e até na porta sem conseguir entrar.
A jornalista Adelaide Oliveira apresentou os convidados e conduziu o bate-papo de forma bastante agradável. A primeira frase de Zuenir quando Adelaide perguntou sobre a amizade com Veríssimo, foi "Entre nós já rolou tudo, menos sexo" e Veríssimo emendou "É, ainda", ao que se seguiram muita gargalhadas.
Notei que "Ainda" foi algo que Veríssimo disse várias vezes. Quando perguntado se já tinha ido a uma rave - Zuenir narrara antes sua engraçadíssima experiência de ir a uma rave em companhia da neta adolescente, registrada no livro "1968 - O Que Fizemos de Nós" - e sempre que perguntavam sobre algo que ele ainda não tinha feito. A resposta não era "Não", era "Ainda não".
Os dois escritores falaram do livro lançado recentemente pela editora Agir: "Conversa sobre o Tempo", uma conversa entre eles, sobre os mais variados temas, mediada por Arthur Dapieve e segundo eles "regada a muita comida".
Também falaram de internet, e Veríssimo provocou muitas risadas ao contar que muitas crônicas que circulam na internet assinadas com seu nome, não foram escritas por ele, mas que ele aceita os parabéns por elas sem se estressar nem um pouco. Ele elogia os textos e diz que gostaria de saber quem os escreveu, e por que não assinou com o próprio nome.

Zuenir conta que seu filho descobriu um Twitter que seria supostamente dele e brinca "Eu nem sei o que é Twitter!". Nenhum dos dois tem Twitter.
Os 90 minutos de evento passaram voando. Saí de lá com vontade de que durasse mais. Uma enorme fila se fez do lado de fora do auditório, para quem quisesse pegar autógrafos.
Consegui pegar um autógrafo de Luis Fernando Veríssimo em meu exemplar de "O Mundo é Bárbaro", mas minha câmera digital me deixou na mão (como sempre) e não quis ligar, então perdi a chance de ter uma foto com Veríssimo e Zuenir. Se fosse um pouquinho mais cara de pau, teria pedido a alguém que batesse a foto pra mim e mandasse por e-mail, mas enfim. Também fiquei triste de estar sem dinheiro pra comprar "Conversa sobre o Tempo" que estava sendo vendido ao lado do auditório, para ter também um autógrafo de Zuenir. Não o conhecia antes, mas ele me conquistou, e não vejo a hora de conseguir um livro dele pra ler.

Bem, é isso, pessoas! Demorei, mas consegui tirar um tempinho pra vir aqui falar do Encontro Literário. Gostaria de ter escrito antes, quando ainda tinha tudo fresquinho na memória, mas tive os últimos dias bem cheios. Sabia que queria escrever sobre o evento no blog, só que não tive a brilhante idéia de levar um bloquinho pra anotar o que não queria esquecer. Quem quiser, pode assistir um trecho do bate-papo no Youtube (clicando aqui). O áudio está meio ruim, mas dá pra sentir um gostinho. Em breve apareço de novo.

Beijinhos,
Gio ;)